Que tal um mergulho na Lua?

por  Tino Montela,  16 de Novembro de 2009

Foto: Reprodução

Imagem tirada da Lua

Desde sempre a Lua sempre foi muito mais um objeto de interesse dos poetas e dos apaixonados em geral do que dos cientistas. Isso até a corrida espacial ganhar corpo e o passo de um homem sobre a Lua se tornar um grande salto para a humanidade.

 

Agora uma nova descoberta torna a Lua misteriosa mais uma vez. Água. Muita água.

 

A LCROSS "bombardeou" a Lua e descobriu uma "quantidade significativa de água", de acordo com a NASA, a agência espacial americana. Água e gelo. A explosão feita pela NASA na Lua abriu uma cratera de pouco mais de 50 metros de diâmetro onde foram encontrados 24 galões de água.

 

Mas a principal conquista da descoberta foi acender mais uma vez o interesse e o mistério lunares.

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O trenchcoat quase 100 anos depois

por  Tino Montela,  10 de Novembro de 2009

Foto: Divulgação

Trenchcoat Burberry

Sabe aquela dúvida que muita gente - principalmente as mulheres, na verdade - têm na hora de comprar roupa: quantas vezes será que vou usar essa peça? Em geral, quando essa pergunta martela a cabeça, é porque o sapato não é muito convencional, o vestido de festa não é daqueles que se esquece rápido ou a calça tem um corte modernoso demais.

 

Pois essa dúvida jamais passa pela cabeça de quem pensa em comprar um trenchcoato Burberry. Deveria haver uma foto desse casaco junto com a definição de "clássico" no dicionário. Imortalizado por Humphrey Bogart em Casablanca, o trench nunca saiu da moda.

 

Provavelmente foi por causa de um trenchcoat Burberry que alguém disse pela primeira vez que o preço de uma boa peça de roupa já foi esquecido faz tempo quando a qualidade dela ainda é lembrada.

 

Mas como não custa refrescar a memória dos consumidores de vez em quando, a Burberry lançou o site artofthetrench.com. É uma página de relacionamento para incentivar pessoas a contarem suas histórias com os trenchs da marca. De quebra, o site tem fotos para lá de charmosas.

 

Algumas marcas nasceram de malas e baús, outras de sapatos, algumas de acessórios. A Burberry nasceu com o trenchcoat, 95 anos atrás.

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Dinamarca, o país mais "alto" da Europa

por  Tino Montela,  9 de Novembro de 2009

Foto: Divulgação

Dinamarca

Os europeus são mais familiarizados com a maconha do que se poderia esperar de países tão tradicionais. De acordo com um estudo feito pela EMCDDA, braço da União Européia que monitora as drogas no continente, pelo menos uma em cada cinco pessoas já experimentaram maconha na Europa.

 

Franceses, Italianos e dinamarqueses estão entre os principais consumidores. Nesses países, mais de 30% da população já deu um "tapinha". Já os mais "caretas" estão na Polônia, Hungria, Letônia, Chipre, Bulgária e Romênia.

 

O estudo sugere que o uso de maconha está em declínio nos últimos anos e que a droga está perdendo popularidade entre os mais jovens. Mas a única conclusão inegável da pesquisa é a de que os dinamarqueses são um povo "muito louco". Os holandeses, que levam a fama, aparecem na sétima colocação entre os maiores usuários da maconha.

 

Veja abaixo o ranking dos maiores consumidores de maconha entre os países europeus.

 

PAÍS                    % da população que usa maconha
Dinamarca                                      38
Itália                                                  32
França                                              31
Inglaterra                                         30
Espanha                                          27
Alemanha                                        23
Holanda                                           23
Irlanda                                              22
República Tcheca                          21
Finlândia                                          14
Suécia                                              13
Portugal                                           12
Polônia                                               9
Hungria                                              8
Letônia                                               7
Chipre                                                6
Bulgária                                             5
Romênia                                           2

 

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O notebook de Da Vince

por  Tino Montella,  4 de Novembro de 2009

Foto: Divulgação

O notebook de Da Vince

Sabe aquela sensação de quando você abre um iMac e tem vontade de mandar um e-mail de agradecimento para Steve Jobs? Bom, é melhor pensar em mudar o destinatário da mensagem. Claro, claro, o senhor Jobs (um herói pessoal) tem méritos incontestáveis, mas o verdadeiro pai do notebook é - pausa dramática - Leonardo Da Vince.

 

Esse "segredo" está guardado - quase escondido, na verdade - em Milão. Mais precisamente na Biblioteca Ambrosiana, uma das mais antigas da Europa, aberta em 1609. Mas quem passa por Milão costuma visitar o Duomo, a Última Ceia de Da Vince, talvez assistir a alguma apresentação no La Scala e depois fazer algumas compras, antes de seguir para Veneza, Florença e Roma. A Biblioteca Ambrosiana raramente entra no roteiro.

 

Mas o que os guias turísticos não contam é que a Ambrosiana abriga tesouros como pinturas de Leonardo, Botticelli, Ticiano, Caravaggio e importantes rascunhos de Rafael. Há ainda uma edição do Século XIV da Ilíada de Homero.

 

Mas nenhuma dessas raridades intriga mais os estudiosos que o misterioso Codex Atlântico de Da Vince. Com 1 119 páginas de desenhos e anotações, praticamente todas feitas pelo próprio Leonardo Da Vince, é de longe o maior arquivo de trabalhos e projetos de um dos maiores gênios da história da humanidade.

 

O Codex mais famoso de Leonardo é o Codex Leicester, atualmente de propriedade de Bill Gates, que tem "apenas" 72 páginas.

 

Codex é simplesmente um nome incrivelmente mais descolado para um grupo de manuscritos. Mas se a função do Codex fosse transportada para os tempos de hoje, o Codex seria, isso mesmo, o notebook. Onde mais ficam guardados os arquivos pessoais dos gênios (ou não tão geniais assim)?

 

O Codex Atlantico de Da Vinde ficará exposto na Ambrosiana ao longo dos próximos cinco ou seis anos. Apenas 44 ou 45 páginas por vez, por um período de três meses a cada vez. É o máximo que as normas internacionais de arquivos permitem que documentos tão antigos fiquem expostos à luz.

 

Se Bill Gates pagou mais de 30 milhões de dólares pelo Codex dele, talvez valha a pena investir uma tarde para espiar o Codex da Ambrosiana na próxima passagem por Milão.

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A arte do mundo ficou local

por  Tino Montella,  30 de Outubro de 2009

Foto: Divulgação

A arte do mundo ficou local

A partir de terça-feira que vem as principais casas de leilão de artes do mundo abrem a temporada de outono. Sotheby`s, Christie`s International e Phillips de Pury & Co. farão duas semanas seguidas de leilões que, no total, devem arrecadar cerca de 450 milhões de dólares em quadros impressionistas, modernos e ontemporâneos, segundo previsões do mercado.

 

É uma cifra que, na verdade, decepciona. Ano passado, nesse mesmo período - com a crise financeira global a pleno vapor - essas duas semanas de leilão renderam às três casas 728 milhões de dólares. A explicação estaria na tendência dos compradores de arte em valorizar mais artistas locais. Como o fotógrafo e pintor Brian Carpenter, de Detroit, recentemente elogiado pelo colecionador americano Gary Wasserman, executivo de uma companhia de aço.

 

Ainda assim, algumas das obras que serão leiloadas poderão surpreender no valor. Uma delas é o óleo sobre tela "Buste D`Homme", pintado em 1969 por Pablo Picasso, que deverá alcançar entre 8 milhões e 12 milhões de dólares. A tela "200 One Dollar Bills" (1962), de Andy Warhol deverá ficar na mesma faixa. Entre outros artistas que vão a leilão estão Claude Monet, Edgar Degas e Jean-Michel Basquiat.

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