8ª Bienal de Arquitetura - Amima-Arquitetura

por  Milena Chieco,  23 de Novembro de 2009

Foto: Reprodução

8ª Bienal de Arquitetura - Amima-Arquitetura

Entre os trabalhos encontrados na 8ª Bienal de Arquitetura, é gratificante conhecer o exposto pelo escritório Amima Arquitetura, com o Centro Cultural Max Feffer.

 

Max Feffer foi responsável pela expansão do Grupo Suzano, implantando a fabricação de papel 100% com eucaliptos. Se, por um lado a empresa passou alguns anos desmatando áreas para o desenvolvimento de seu negócio, devolveu à sociedade projetos como o Instituto Ecofuturo, que visa promover o desenvolvimento sustentável e, o Instituto Jatobás.

 

A obra apresentada na Bienal foi construída para abrigar atividades culturais do "Projeto Pardinho", do Instituto Jatobás e, entre outras soluções sustentáveis, utiliza o bambu numa interessante estrutura de cobertura, criada pelo escritório e, calculada por Natan J. Leventhal.

 

Antes de escrever esta matéria entrei em contato direto com a Arqta. Leiko, que amavelmente me explicou um pouco do trabalho realizado pelo seu escritório. Sua equipe é responsável pelo desenvolvimento completo das ferramentas sustentáveis adotadas em seus projetos, sempre levando consideração as características singulares de cada escopo, até encontrarem uma solução que enxergue o trabalho com um “todo” comum.

 

Mais sobre eles em: www.amima-arquitetura.com
 

Renzo Piano

por  Milena Chieco,  17 de Novembro de 2009

Foto: Reprodução

Rue Meaux - Renzo Piano

Dispensando qualquer grande apresentação, terminamos nossa trajetória sobre os 7 Arquitetos que trabalham com o tema da Sustentabilidade com Renzo Piano.

 

A Fundação Beyeler, projeto de sua autoria na Suíça, afirma ter alcançado uma extrema economia de energia graças à arquitetura empregada em seu edifício.

 

O emprego de cerâmica na fachada das habitações populares que projetou em Paris (Rue Meaux), aliada à utilização de terra-cota, mostra que a arquitetura segue sendo um campo aberto para a evolução e a invenção e, que pode ser aprimorada com a ajuda de idéias sustentáveis.

 

O planeta nos agradece!

 

Mais sobre o arquiteto: www.rpbw.r.ui-pro.com
 

Bienal de arquitetura

por  Arthur Casas,  16 de Novembro de 2009

Foto: Divulgação

Bienal de Arquitetura

Ontem estive na Bienal de Arquitetura. Para quem não sabe em São Paulo está acontecendo no Edifício da Bienal até o dia 6 de dezembro essa que deveria ser a maior mostra de arquitetura da América do Sul já que "nunca na história desse país" houve tanto vigor econômico e otimismo. Não é o que ocorre, a mostra é tímida e se deve exclusivamente ao grande empenho de poucos. Tenho tentado deixar de lado a vaidade tão peculiar a essa profissão e, já a algumas edições dessa grande "feira de arquitetos" onde cada um procura expor seu portfólio, minha intenção é tentar mostrar trabalhos onde de alguma forma o que importa é a cidade e seus concidadãos. Em parceria com o arquiteto urbanista João Valente, expusemos em 2007 o nosso derrotado projeto do "Bairro Novo" com conceito urbanístico inovador para uma área subutilizada da Barra Funda e que acabou em absolutamente nada até para os vencedores. Nesse ano expusemos um projeto de menor escala mas também ousado que é a criação de um pequeno parque numa região de acentuada declividade no Pacaembu, bairro arborizado, mas carente de áreas de lazer. Durante meu passeio pela exposição percebi que, quanto a questão formal, nosso modernismo está pasteurizado... Veja bem, cabe aqui também uma meia culpa. Se a arquitetura no mundo "civilizado" é autoral, tecnológica, no Brasil ela é tímida, correta. Acho ótimo arquitetos arrojados como Diller & Scofidio e Herzog & De Meuron projetarem por aqui, provocarem um pouco todos nós. Escolhi alguns trabalhos nessa edição da Bienal para apresentar a vocês nos próximos dias. Segue uma "amostra" do nosso parque que vocês podem conhecer melhor no site www.arthurcasas.com.br.

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"New Acropolis Museum"

por  Arthur Casas,  11 de Novembro de 2009

Foto: Reprodução

Acropolis Museum

Não deve ser fácil aprovar ou mesmo prosseguir com uma construção quando o que se encontra escondido sob o solo é mais precioso do que o que será erguido na superfície. Por essa razão muitos dos edifícios e das obras de infra-estrutura criadas para as olimpíadas de Atenas em 2004 sofreram atraso que quase comprometeu a realização dos jogos naquela Cidade. Não, certamente não encontraremos nenhum sitio arqueológico nas imediações do "Recreio dos Bandeirantes" no Rio. O atraso acontecerá, mas por outras razões. Voltando a Grécia, o "Novo Museu da Acrópole" foi desenhado originalmente para estar pronto na ocasião dos jogos, mas só foi inaugurado em Junho desse ano.

 

O objetivo era abrigar a coleção de mármores saqueados do Parthenon pelo Lord Elgin, embaixador Inglês no império Otomano entre 1801 e 1810 também conhecida como "Elgin Marbles" e que hoje encontra-se no British Museum. Tenho ca minhas dúvidas de onde estaria este tesouro caso os britânicos não tivessem "surrupiado" para expor nos seus museus.

 

Certamente estariam no meio de dealers e de colecionadores particulares... mas o mundo mudou, a Grécia já não está nem tão pobre, nem sem Lei,nem tão longe. Certamente estava na hora desse acervo voltar para casa. O que os britânicos fizeram? Mandaram cópias, sim, cópias em gesso das originais, bem feitinhas por sinal (rssss!). É claro que há ainda muitas originais em Atenas e esse novo museu que está a poucos metros da Acrópole, possui uma coleção de tirar o fôlego. O que deixa a desejar é o projeto de Bernard Tschumi, Architects, que remete a prédios modernistas comerciais da década de 70... e olha que essa opinião eu divido com críticos do ramo. Minha primeira impressão foi "que oportunidade desperdiçada", ainda mais quando sabemos que se tratou de uma competição entre 11 "über-offices". O júri incluía nomes como o de Santiago Calatrava. Talvez isso explique alguma coisa.

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Anna y Eugeni Bach

por  Milena Chieco,  5 de Novembro de 2009

Foto: Divulgação

Anna y Eugeni Bach

Estamos finalizando nossa abordagem em Sustentabilidade e, já falando sobre o 6º exemplo de Arquitetura, chegamos a Anna y Eugeni Bach.

 

Com escritório em Barcelona, empenham-se fortemente em desenvolver projetos coerentes, com um profundo respeito ao cliente, aos recursos disponíveis e, ao meio ambiente.
Construíram uma residência de baixo custo, com 72.000 euros, que recicla água da chuva para seu próprio consumo, não conta com calefação, nem ar condicionado e, ainda sim, se mantém permanentemente com uma temperatura agradável apenas com a circulação correta de ar natural.

 

Não pudemos achar o site oficial dessa dupla, mas navegando na internet muitas são as matérias que citam os nomes desses jovens arquitetos. Conheça mais sobre o trabalho deles!

 

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